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quarta-feira, 26 de julho de 2017

FRACASSO! Marighella já é considerado o pior filme brasileiro já produzido de acordo com críticos

O primeiro filme dirigido pelo ator Wagner Moura, Marighella, estreou nesta sexta-feira 15 na mostra principal do Festival de Cinema de Berlim. A obra retrata a história de Carlos Marighella, guerrilheiro baiano contido pelo regime militar em 1969 e teve uma enxurrada de criticas negativas do público que foi ao cinema ver Tropa de Elite, no IMDb o trailer do filme já soma mais de 40 mil dislikes, alguns críticos brasileiros colocaram a trama nacional possivelmente como uma das piores já feitas. 
A estreia foi marcada por protestos. No tapete vermelho, Wagner Moura entrou com uma placa em homenagem à vereadora Marielle Franco. A execução da ativista e de seu motorista Anderson Gomes completou onze meses e, até hoje, o crime permanece sem respostas. O público acompanhou a entrada da equipe gritando “Marielle presente”.

“Nosso filme não é obviamente somente sobre os que resistiram nas décadas de 1960 e 1970, mas é também sobre os que estão resistindo agora”, afirmou Moura após a exibição do filme, arrancando aplausos da plateia.

Falando em inglês, o diretor disse acreditar que será “extremamente difícil” lançar o filme no Brasil, mencionando a polarização política. Segundo ele, a participação na Berlinale, ao promover internacionalmente a obra, será importante para a estreia do filme em solo brasileiro.

O filme que conta a história do terrorista e guerrilheiro Carlos Marighella faz aquilo que a esquerda está acostumada a fazer quando o indivíduo de comportamento duvidoso está do lado canhoto da história: “passa um pano”, para trazer para a linguagem usada pelos próprios.

Numa recente crítica ao filme, dirigido por Wagner Moura, o UOL chegou a falar que “O espectador não precisa comprar a ideia de que Marighella foi um santo – até porque o filme jamais se propõe a vendê-la. Quer transmitir, no entanto, a ideia de que ele apenas não foi um monstro, mas um ser humano capaz de errar, de ser truculento e de cometer assassinatos e violências variadas. Só que, acima de tudo, foi um homem fiel aos seus princípios.”


Marighella liderou o grupo terrorista ALN, Ação liberadora Nacional, e o número de pessoas assassinadas pelo grupo chega a 17, dentre eles comerciantes, seguranças, marinheiros e industriais. Mais do que isso, Marighella defendia abertamente a execução de pessoas que apresentassem por vontade própria o comportamento de “dedo-duro”.

Quer dizer, não importam as ações violentas, truculentas e que terminem em morte de terceiro, desde que o causador dessas ações tenha um ideal e seja fiel a seus princípios. Desta forma, quantos genocidas podem ser defendidos usando um simples argumento? Será que é esse o caminho? Ou está na hora de começar a chamar as coisas pelo verdadeiro nome? Assassino é assassino, não importam os ideais. A única exceção é a legítima defesa, mas essa só de ser pronunciada já causa ojeriza nos esquerdistas.]
Com informações: republicadecuritiba.net
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